18/10/2018 20:02:23

Amanda Sugizaki

 
Minha história começou quando cheguei a Sinop, em Julho de 2010. Morei em uma casa de meio terreno, pequena, mas muito aconchegante... Logo minha enteada veio morar com a gente, ficamos eu, ela e meu esposo, mas faltava algo em nossa casa. Foi quando minha enteada me deu a ideia de adotarmos um cachorro. Entrei no site da Apams e de cara vi a nossa Meg, linda, loira e mega carente. Entrei em contato e fui visitar o canil. Me apresentaram a ela, me apaixonei!! Ela ainda precisava ser castrada, precisava esperar por alguns dias. Essa espera foi angustiante, queria a Meg logo em casa, logo em nossa família! Depois de quase 15 dias, ela veio, toda feliz, toda carinhosa, já sabia que ali era sua casa! Em um dos passeios que dávamos com ela nos finais de tarde, encontramos a ex dona dela, que havia abandonado a Meg por conta de ter comprado um Dalmata, eles não de davam, então, a ex dona resolveu deixar a Meg na rua. Só descobrimos essa história pq a neta dessa "dona" nos viu passeando e veio ver a Meg, que tinha outro nome quando estava com ela. Meg reconheceu a menina, mas em nenhum momento quis sair de perto de minha enteada. Meg aceitava a todos que vinham em casa, sempre muito carinhosa, muito dócil, muto linda. Quando engravidei de minha filha, ela ficava o tempo todo ao meu lado, como se ela também fosse a mãe dela! Quando minha filha nasceu, ela sempre respeitou, olhava, ficava deitada ao lado de seu carrinho. Minha filha foi crescendo e ela foi cuidando com todo amor da Meg, como sempre fizemos aqui em casa, em seu berço de amor. Nasceu, então, após 2 anos e meio, meu filho... A mesma reação que teve com a minha menina, ela teve com meu menino. Meg era o amor, a flor, a loira que todos amavam. Ela tinha muito medo de bombas, trovão, vento e chuva. Nessas ocasiões sempre deixava ela próxima a mim, para se sentir segura. Nesse dia 13 de outubro, desse ano de 2018, ela nos deixou, nos deixou da forma que ela mais amava fazer.. Dormir... Sim, ela morreu dormindo, não estava doente, não reclamou de dor, simplesmente acordou, veio me falar bom dia, deitou e dormiu... Pra sempre... Mas em meu coração ela estará sempre viva, sempre carinhosa, sempre linda....